A vida é feita de ciclos.
Desde o nascimento até á morte, por muitos ciclos passamos. Ciclos escolares, académicos, laborais, profissionais, para nomear só alguns, e como é obvio ciclos pessoais também.
Tendo em conta que os ciclos de vida nem sempre são positivos ou negativos, podem ser também neutrais (só mais um ciclo) ou podem ser de excelência, de deslumbre, não caracterizo especificamente os ciclos mencionados. A questão que se levanta é: De que forma conseguimos gerir um conjunto de ciclos a serem cruzados ao mesmo tempo oriundos de vertentes (origens) diferenciadas?
Diria que a gestão deste momento passará principalmente e em primeira instância pela capacidade de diferenciação dos ciclos, pela capacidade de analise da profundidade de afetação que cada situação tem para com cada um dos ciclos e, importante também conseguir medir as espectativas do que estará para além do ciclo. Quando os cruzamos o com o que nos depararemos?
Usando uma máxima de Stephen Covey “First things first”, há que caracterizar os ciclos, dar-lhes prioridades, relevância e importância e após analise, definir como lidar com a situação de forma a que não sejam goradas as espectativas que, consciente ou inconscientemente criámos entretanto.
Por norma, funcionará de tal maneira que passaremos pelos diferentes ciclos dando só a devida importância ao que realmente é importante e desvalorizando qualquer situação menos agradável com a qual não contámos.
O ciclo, qualquer ciclo de vida, terá de ser vivido com a espectativa balanceada, pois o amanha não existe hoje, não sabemos o que se passará para lá do ciclo que, realmente, hoje estamos a passar, ou seja a vivenciar.
Se não nos deixar-mos encandear pela luz da espectativa, ela pode iluminar-nos o caminho.




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