“O momento de decisão está para chegar. É agora ou nunca. Há que tomar o pulso à situação e avançar, há que decidir” – são reconhecíveis estes tipos de situações no dia a dia, na vida quotidiana, na vida profissional ou empresarial.
Pois é, mas e saber qual é o momento certo para tomar essa decisão? Não há ciência que diga que o momento é “este ou aquele”….é quando tem que ser, quando for o momento saberemos. Como?
Haverá sempre em qualquer situação um indicador, uma variável (nem que seja o tempo) que nos fará, ou forçará a, tomar a decisão e dar o “tal passo” necessário.
Muitas vezes questionamos porque tardámos tanto a decidir, a ponderar mais e mais uma vez….é normal quando não se está confiante, ou quando não se quer sair da zona de conforto…genericamente e referindo-me ao dia a dia.
Ao nível profissional, empresarial, teremos de ter sempre em consideração os níveis de autonomia que temos, que nos foi confiada, e ….. até esse ponto considerar a cada dia ter confiança e tomar as decisões inerente à sua responsabilidade. Tudo o que seja para lá do referido, mantem-se a necessidade de ter confiança, mas desta vez para escalar ao poder se decisão hierarquicamente superior. Desta forma, ser-lhe-á reconhecido valor e capacidade de analise de cada situação evitando a cada momento escalar situações que poderiam ser resolvidas no âmbito do seu ciclo de responsabilidades.
Boas ou más decisões, caberá a quem de direito, caso a caso, julgar e explicar. Mas eventualmente haverá como tornar o seu núcleo de responsabilidade, área de decisão mais tendencialmente para decisões positivas. Aproveitando um compasso de espera.
Em vez de especular sobre os acontecimentos futuros, ou “sofrer por antecipação” sobre os resultados da sua decisão, pare, pense e use o tempo que tem.. mas use-o corretamente.
Diria que: Absorção e compilação de informação, interpretação e analise, conjugação de fatores envolventes, previsão e planeamento, execução ou decisão, muitas vezes são efetuadas num espaço temporal muito curto, mas tendo em conta e tendo respostas rápidas para todos os itens mencionados, a sua decisão terá tendência a obter um resultado positivo. Seja lá o que for considerado positivo, mas pressupondo que em consideração estão dois polos. negativo e positivo, considero o positivo como mais valia para a implementação ou interpretação final do resultado da decisão.
Em resumo, numa ótica de gestão pessoal e até de carreira profissional há certas e determinadas atitudes que não deveremos ter. Como sendo (nomeando apenas alguns exemplos) sair da zona onde temos responsabilidade (ultrapassar os limites das autorizações concedidas) e decidir sem refletir. Considere exercitar a mente e o poder de decisão passando cada dia mais rapidamente pelos tópicos acima expressos. com certeza ´que descobrirá o mundo da desvalorização. SIM, quando se perde muito tempo para decidir, muitas vezes estamos presos a uma razão: estamos a dar valor a mais a certo assunto que nos consumirá energia e tempo…..
Evitaremos o efeito “bola de neve” se antes de decidir o que quer que seja na vida, tomaremos em consideração os aspetos descritos e se “passarmos” por todos eles cada dia mais celeremente, estaremos a fazer uma seleção natural do que são as preocupações, necessidades, provisões, considerações e afins, afunilando o desafio, focando-nos no resultado final como a solução fruto da nossa decisão.
Diria: O que custa não é decidir, é saber decidir!



