Pois, nesta fase do calendário há uma enorme corrida às palavras que acabam por ser sempre as mesmas. Faz parte de uma tradição, que passa de geração em geração e é internacional. O querer o melhor para todos.
É sempre assim. Ano após ano, nesta época festiva para alguns, época normal para outros. Mas que assim seja. Comunicar é importante. Trocar a mensagem referente à época que se vive também o é.
Que seja transmitida a mensagem, conscientemente e com sinceridade por parte de quem a envia e para quem a está a receber. Assim, sim. Faz sentido.
Esta seria a forma que deveria ser também usada no dia a dia, nos ciclos envolventes onde nos integramos. Diariamente haver a preocupação de que tudo estivesse bem para todos. Infelizmente, muitas das vezes, e usando exemplos generalistas, não é isso que acontece.
Para além da tentativa de mudar os cenários onde tal não acontece, ficaremos com o Ónus, e em consciência, de fazer o nosso melhor, a cada dia, a cada semana, independentemente do ciclo envolvente e independentemente dos intervenientes. Assim sendo, estamos por certo tranquilos.
Boas Festas, mas não só…

Para todos aqueles que têm vindo a percorrer o Caminho, votos de ótimas festividades. Muita Saúde e Tranquilidade quanto baste.
A não esquecer que, já escrevia eu anteriormente num artigo do Caminho:
“Quando nos contentamos com o que temos, nada mais nos faz falta”
(Farinha, 2015)
Boas Festas e Ótimas Leituras.



