Por estes dias, o povo Inglês tem nas suas “mãos”, na sua consciência, o voto que levará a Inglaterra a tomar uma posição. Sim. Foi aprovada a elaboração de um referendo que ajudará a definição do lugar e o posicionamento da Inglaterra em relação à Europa comunitária. Ou dentro ou fora ficará.
Segundo fontes noticiosas das mais diversas, e parecem unanimes, os parceiros Europeus acham que seria um fracasso se a decisão do povo pendesse para a saída da Comunidade. O caso resumir-se-á, e com todo o respeito, ao seguinte: em todo o lado há personagens com mau feitio. Em toda a parte o haverá, porem, essas individualidades também terão algo de positivo e que seja analisado como sendo uma mais valia…
Salvo melhor opinião, verificaremos que o que acabei de mencionar se aplica ao pais em causa. Terá lá o seu tempo cinzento, um parlamento que ninguém sabe muito bem como dali saem decisões, autocarros de dois pisos, jardins para pick-nicks, punks á antiga, mas também palácios, pois é terra de sua majestade e seus súbditos, terra de Sherlock Holmes… mas com todos estes aspetos meramente descritivo-ilustrativos, terão com certeza imensos aspetos que pesarão na “opinião” que os parceiros Europeus teceram quando do referendo…
Pois é, imaginem o peso da economia Inglesa, o peso politico, o peso social, o peso cultural e por que não mencionar o militar. Uma saída de um pais deste calibre da União Europeia, dará estragos, mossa, como se diz na gíria. Por outro lado, fala-se de União Europeia, não se fala de desunião. Vai-se lá entender estas situações.
Já imaginaram os Emiratos Árabes Unidos sem o Dubai ou Abu Dhabi, ou os Estados Unidos da America sem Wisconsin? Algo que se repara são palavras de junção como “unidos”, ou no caso especifico da Europa, “união”. Adiante.
Enquanto tão nobre
povo vota, valida ou não a permanência na referida União Europeia, faremos um paralelismo com os nossos ciclos envolventes e esta questão da união. União faz a força, já dizia o ditado. Ou o sábio Aristóteles referia que “O todo é maior do que a soma das partes”.
Ora, pois, isso leva-nos a juntar partes e superar a valência do individuo com a resultado do conjunto. Parece complicado? Não será com certeza.
Quando se junta um grupo de pessoas que agem, ou poderemos dizer trabalham, em conjunto em prole do mesmo objetivo, pessoas que seguem o mesmo rumo e orientação, estaremos, pressupostamente, perante uma equipa.
Os procedimentos organizacionais quando levados à junção de elementos de capital humano para desempenho em conjunto de uma determinada tarefa, o atingimento de um objetivo, ao formarem uma equipa, o que terão em vista? o sucesso dessa missiva, pois claro. Todos os elementos terão o mesmo objetivo e trabalharão para afinar a sintonia e coordenação, dia apos dia, para que o mecanismo interno funcione na perfeição e conduza eficientemente á eficácia dos processos conjuntos.
Ora se aos indivíduos pertencentes a uma equipa se reconhecem habilidades complementares, cujo objetivo será o mesmo e cuja responsabilidade coletiva é reconhecida, pressupõem-se que haja motivação compartilhada em atinjir os referidos objetivos. Por norma ha uma comunicação de cariz verdadeiro, existe grande confiança mas, como é obvio ha riscos a assumir. Por quem? Pela equipa, pois claro.
Não se deixam elementos para traz, não se faz o mesmo sem menos um, não. Se a equipa é preparada e composta, construída com um propósito, é porque todos os elementos que a compõem fazem parte e participarão em igualdade mas também em equidade para o sucesso da equipa. O respeito é algo assumido à partida e em elevado nível. o crescimento e a solidez pode ser visível aos olhos de quem quer, ou não quer, ver.
Pelo que se ve, numa conjuntura atual a qualquer nível ou em qualquer ciclo onde façamos parte, cada vez menos ha destaques individuais. A equipa, o departamento, o grupo, a empresa tem sucesso, O individuo contribui com a sua parte. Assim é por agora, Ha que cair na realidade. Veja lá se se Imagina como será visto pelos seus pares, ou seja pelos outros daqui a vinte, trinta anos.
Quererá mesmo ser considerado o “velho excêntrico” mas isolado lá do escritório? Reveja a imagem mentalmente. A querer sobressair perante os outros com o seu individualismo afirmado constantemente? Não. Nunca é tarde demais para mudar os seus modos de atuação.
Quando ha incerteza, um chapéu funciona bem. Havendo espelhos em casa, o melhor é alterar o penteado.



