“Os Conquistadores”

Desde 1139, ano da fundação do Reino de Portugal que nos tornámos um povo conquistador. Aventureiros, destemidos, bravos, sem medos e sempre prontos para valorizar o território e proteger o que é nosso.

Cabo !Muitos episódios se passaram ao longo destes seculos de história, mas isso ficará para as reportagem da especialidade. Salientar efetivamente a bravura, a certeza do objetivo em mente, a lucidez de pensamento quando referimos a Nação, em suma, valorizando sempre o que nos custou tanto a erguer, a nossa Nação.

Na vida comum, podemos fazer um paralelismo e até uma ligação aos tempos históricos. Temos a posse como objetivo. Possuir uma casa, um carro, roupa, adornos, e outros tantos exemplos eram algo que até há bem pouco tempo fazia parte da mentalidade deste povo. Agora cada vez mais se desvaloriza o materialismo e de dá valor ao uso, à utilização, à mobilidade. Efeitos de mudança de perspetiva, mas também fruto do facilitismo que se vê as gerações mais recentes (em muitos casos) terem pela frente. Adiante.

Numa ótica de gestão poderemos fazer uma analogia com o tipo de emprego e posicionamento que hoje se tem. No passado o emprego era para a “vida”, hoje em dia a rotação de pessoas pelas empresas é impressionante. As gerações mais antigas, tal como os nossos “guerreiros” medievais, lutavam para manter o posto de trabalho, lutavam trabalhando para que este fosse duradouro.

Hoje em dia, me parece que, já não se dá valor ao empregos que se obtêm. Muitas vezes dá a sensação de que será só mais um, provisório e que de um se salta para outro, fazendo parecer tudo um “mar de rosas”. Na verdade não é bem assim na maioria dos casos.

Os tipo de contratos são muito diferente dos que eram efetuados no passado, é uma verdade, há mais dificuldade em arranjar emprego, é verdade, mas e quando se arranja uma oportunidade? Onde está o brio profissional? A lucidez de ter como objetivo conquistar o emprego, valorizando o que conseguimos até ali? Onde está a garra para lutar com afinco e profissionalismo pelo posto de trabalho? Onde está a humildade de assumir que se está a começar, logo não se pode estar no topo na primeira semana? Enfim, tantas questões se poderiam, por e a resposta normalmente, e hoje em dia, será: “Pois, nem sei do que falas”

Não obstante as dificuldades que o pais atravessou ou está a atravessar, cada vez mais os indicadores dão sinal de crescimento. Logo, mais hipóteses de trabalho, embora que se saiba que hoje em dia essas hipóteses também têm uma rotação extraordinária: o que hoje é, amanha não será. Tendo isto em consideração não será melhor refletir e pensar que uma oportunidade de começo não deixa de ser uma oportunidade? E que devagar se vai ao longe?

Pois cada um terá de fazer uma introspeção e analisar realmente onde está situado, mas mais que isso, deverá fazer uma retrospetiva e analisar em consciência de onde veio, quais as suas origem, qual o seu posicionamento inicial. Depois conscientemente valorizar onde está no momento, independentemente do tipo de emprego, contrato, setor onde esteja atualmente. Finalmente avançar no tempo e pensar onde quer estar daqui a 3 ou 5 anos. O que quer (gostaria de) estar a fazer, onde e em que condições de envolvência.

Analisando este 3 pressupostos: de onde se veio, onde se está e para onde se quer ir, ficamos com a imagem completa, o famoso “MindMap” do plano de carreira, mas sempre sem desvalorizar a situação onde estamos atualmente. Sonhar é bom mas temos de gerir as espectativas, não podermos pensar que um emprego se “recebe” como as calças de ganga de marca que muitas vezes se pedem aos pais e que por sinal não nos custam a ganhar.

Um emprego, por muito fácil que pareça ter aparecido nas nossas vidas, dará muito trabalho para manter. Há que valorizar qualquer situação desde o estagio, o contrato inicial, ou mesmo o tempo de aspiração a subida na carreira. Ter orgulho e gostar do que se faz, também faz parte e se constrói, mas isso é uma avaliação que cada um tem de fazer em consciência.

As decisões tem de ser ponderadas e ….. nada melhor que agradecer o que se tem, sabendo que … por qualquer motivo, poderíamos não ter tido!

“Aquele que vence os outros é forte; Aquele que se conquista a si mesmo é poderoso
#Lao Tzu#

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“A Integração”

A entrada no mercado de trabalho, obriga a uma série de alterações no quotidiano, no modo de vida, na maneira de estar e até na maneira de ser de um qualquer jovem adulto acabado muitas vezes de sair da Universidade.

Pois é. Realidades diferentes, pessoas diferentes, maioritariamente mais velhas, horários a cumprir, normas, comportamentos a ajustar, hierarquias a conhecer e a entender, enfim…quem não saberá do que falo. Não obstante estas mudanças e adaptações são também reais para quem muda de emprego (ou setor), independentemente da idade ou experiencia profissional, para quem muda de departamento ou seção.

Imagem1242Se para quem entra no mercado de emprego pela primeira vez há uma adaptação inicial, mas de raiz, logo mais célere (embora possa ser difícil e até complicada) para quem muda depois de já estar dentro do ritmo da empregabilidade pode ser mais complicado ou ate morosa a adaptação. O fenómeno não é difícil de explicar, poderá ser difícil de entender ou ate de ultrapassar, mas é entendível. Quem já tem experiencia de trabalho, e se depara com uma mudança, tem de certa forma algumas ancoras à anterior experiencia. Isto é conhece a organização e tende a comparar ou a tentar mover-se fazendo paralelismos, conhece, ou pensa conhecer os feitios e as personalidades dos novos colegas baseado em comparações com os anteriores colegas…..

Organizacionalmente tende a comparar departamentos, modos de trabalho, processos, enfim poderia numerar uma serie de aspetos, mas o intuito é focar na complexidade que a mudança traz à mente de quem está a mudar. A adaptação pode ser morosa pois há que libertar-se da anterior experiencia.

Não há pessoas nem personalidades iguais, não há chefes iguais, não há organizações iguais mesmo que dentro do mesmo setor. Cada uma é única e tem identidade própria. O conhecimento e experiencias anteriores deverão ser usados em consciência para nos guiarem nos trilhos desta mudança tornando a adaptação mais tranquila.

Como em tudo na vida, quando não se conhece as pessoas, tende-se a ficar isolado num canto, ora isso não é positivo para a integração numa nova equipa, departamento, empresa, ou onde nos estejamos a integrar.

A vida ensina-nos a que, normalmente, não estamos nos empregos para fazer “amigos” numa perspetiva literal, estamos nos empregos para cumprir a nossa função o melhor possível, enquanto seres humanos vamos transmitindo uns certos valores e absorvendo outros e interagindo dia a dia, momento a momento e ai sim, as amizades (mesmo para alem das portas da empresa) aparecem e perduram… o dar-se bem na empresa, ser cordial, simpático, disponível, nada tem que ver com a obrigação de “dar-se” bem….isso pode ser considerada intrusão nas vidas alheias.

Com isto referir que a integração deverá sempre passar por ter a mente aberta e desperta para a adaptação. Adaptação aos colegas, às hierarquias, às chefias, as politicas da empresa, métodos de trabalho, procedimentos internos, adaptação à cultura da empresa e até à envolvente onde agora se está a começar mais um passo.

Muitas vezes a maior barreira é a comunicação inter-pares. Ou seja a forma de comunicar com os colegas de equipa, ou de outras equipas com quem partilhamos trabalho, com as chefias diretas ou indiretas. Pode existir de certa forma um receio de abordar quem quer que seja, pois desconhecemos que está do lado de lá…como vai reagir, e por ai fora,,,receio de ser mal interpretado, mal entendido ou visto como o “principiante” na empresa…mesmo que a sua experiencia seja vasta.

Não stress. Veja as coisas numa perspetiva de três patamares, se assim o fizer por certo terá sucesso de integração e entendimento. Tenha em conta que em primeira instancia a pessoa com quem quer comunicar é um ser Humano, tem vida, respira, enfim é humano e este é o primeiro patamar para dar o passo e perder o receio de comunicar.

Se ainda não quebrou o gelo por ir comunicar com um comum ser humano, pense que apesar de tudo a pessoa será sua colega, receberá salario da mesma entidade patronal e esta sob as mesmas normas ou regras. Estará assim em igual pé de igualdade, e estará no segundo patamar. Por ultimo e se houver necessidade disso, pois este patamar dependerá e muito das organizações e entidades patronais, pense nas hierarquias. Só num terceiro patamar pense nas hierarquias..

Em resumo, para uma fase de integração e para a vida profissional no seu ciclo temporal, nunca pense descendentemente no que a patamares diz respeito: comece sempre por pensar que irá comunicar com um ser humano, que até é seu colega e ….depois se verá onde se encaixam as hierarquias.

Se assim proceder, sempre dentro do respeito, humildade, honestidade e com clareza de ideias verá que a comunicação fluirá e tudo correrá pelo melhor. Caso contrário, entrará em receio constante quando pensar em comunicar.

Comunicar faz bem á integração.

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A “Excelência”

Há palavras que por si só tendem a, implicitamente, fazerem entender o obvio significado. Mas há desafios na literatura. A palavra e conceito de “Excelência” é um desses desafios. Se em primeira instancia, Excelência nos transporta para um alto grau, um patamar elevado de características únicas, mais que algo, terá um certo paralelismo em perfeição, qualidade, supremacia e superioridade também. IMG01546-20130525-1750

Referenciamos normalmente a palavra Excelência a posições ou funções de nível superior, nobre, de profissionalismo relevante, cargos de hierarquia superior, figuras de relevância social, económica ou ate politica que se destacam por algum feito assim interpretado por nós, pela sociedade. Como a definição de Excelência é abrangente e cabe num lote de critérios dispares, ou seja o que será para si Excelência poderá não ser para outra pessoa qualquer….todo dependerá dos “standards” das espectativas que depositamos em certa pessoa, situação ou serviço.

Então entramos no conceito do desafio que referi ser a palavra “Excelência. Como e ate que ponto consideramos algo de “Bom” e quando passamos a considerar “Excelente”?

Como referido os critérios são vastos e o que é para uns não será para outros e por isso muitas vezes entramos em confronto de opiniões no nosso quotidiano, na nossa envolvente, que seja familiar, social, profissional, académica ou outra.

Excelência, a palavra,  em boa essência e salvo melhor opinião deveria ser única e exclusivamente utilizada em caso extremo, ou melhor de extremo brilhantismo, desempenho, qualificação ou ate caracter. Com isto, e se assim fosse, tornar-se-ia uma palavra com verdadeiro sentido e indiscutivelmente de interpretação fácil e direta. Não haveria duvidas, ao classificar-se algo, alguém, ou alguma situação de Excelente, ou mais propriamente de “Excelência”, deveria estar claro que algo “outstanding”, “fora do normal” pela positiva, nos tinha acontecido ou nos tínhamos deparado.

Inequivocamente.

O que é certo é que como as coisas tendem a funcionar numa sociedade competitiva, refiro-me não só á sociedade no geral, mas à vida empresarial, politica, à vida profissional ou académica….tudo é de Excelência para todos, mesmo sem, em muitos casos ter padrões para tal. Variados exemplos poderiam ser trazidos a este humilde blog mas por certo com alguns se identificará tal como eu.

Recorde-se daquela história passada consigo ou com alguém que lhe terá contado, aquela promessa de semana de férias paradisíacas, num resort de Excelência e que afinal não passava de um bom hotel, mas de resort nada tinha, não tinha nível para tal (em sua perspetiva, mas não de quem lhe “vendeu” a ideia) ou daquela promessa para um emprego, promoção ou integração de um projeto de Excelência, e que no final você se sentiu só mais um em mais um projeto ou empresa e que a promessa não passava disso mesmo? Entendível, certo? Pois nos dias que correm, muitas situações usam a palavra Excelência inapropriadamente.

Momento, por favor. Referi que há uma forte relação entre a palavra “Excelência” e quem a usa? Se não referi, ainda vou a tempo. Em resumo há duas hipóteses, ou se usa a palavra Excelência para classificar a situação, local, serviço ou o que seja pois acreditamos, sentimos que o que estamos a dizer é correto, temos evidencias claras, ou para nós são claras, ou então corremos o risco de estarmos a elevar o conceito que estamos a descrever ou a situação a que nos estamos a reportar. Por outro lado há quem queira a evidencia da situação, da posição, do que seja e como tal, ao acreditar mesmo sem as evidencias comprovadas, usa inadvertidamente a palavra Excelência e quando dá conta a  envolvente já analisou e com certeza não tem a mesma opinião, perspetiva ou visão sobe o acontecimento.

E agora o que fazer? Tentar alterar a maneira de ver da outra pessoa? Não sei se será o correto, pois cada um tem a sua prespectiva, mas poderemos expor a nossa visão e o outro deverá ter capacidade de a ouvir também,. O ideal seria chegar a um consenso.

Mas melhor ainda…..e em forma de resumo, o ideal é balizarmos sempre muito bem as palavras que usamos, especialmente as de qualificação pois poderemos gorar as espectativas alheias, de terceiros. Ser sensato, realista e objetivo será mais valia na vida, independentemente da sua posição social, politica, profissional, académica ou empresarial.

Refira-se ao que é e não ao que gostaria que fosse, como sendo dado adquirido, pois se você “gostaria que fosse” é porque ainda não é!

Ao que quer que se refira: Se é bom é bom, se é mau é mau mas se for Excelente (mesmo) pois que seja. Alguém dizia; “o seu a seu dono”.

Continuação de uma boa, ou excelente, semana (dependendo da perspetiva).

 

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“Passo a passo”

DSC_0423Das formas mais antigas de nos deslocarmos do ponto A para o ponto B é sem duvida andando. Das primeiras coisas que fazemos na vida (entre muitas outras) é aprender a andar. Com paciência e dedicação, com alguma ajuda vamos aprendendo e praticando até que um dia nos aguentamos em cima dos membros inferiores, equilibrados e podemos dizer que sabemos andar. Não se sabe correr por certo sem saber caminhar.

Posto isto, poderemos dizer que até para o ato de correr, algo aparentemente simples de fazer e que hoje se tornou moda, é necessário saber andar, caminhar e depois sim, correr.  O processo é composto por diversas fases. Pelos vistos a interpretação é fácil, se não completarmos com um certo nível de sucesso cada uma das fases, não deveremos ser bons na seguinte, por muito que pratiquemos faltar-nos-ão bases.

Este percurso de vida, desde o gatinhar, os primeiros tombos, o equilíbrio, o andar, caminhar e por fim o correr, pode comparar-se e terá paralelismo com a vida, leia-se percurso, profissional. A gestão da sua carreira é importante, a gestão das suas espectativas também, logo os seus objetivos devem estar traçados nem que seja a traços largos. Escreva-os, pense sobre eles, analise se são fazíveis.

Caso não tenhamos tendência natural para aquilo a que nos estivermos a dedicar, seja o um estágio, o primeiro emprego, a mudança de departamento, secção, um novo projeto ou até a mudança de empresa ou sector, temos sempre que traçar um caminho para percorrer até alcançarmos o objetivo pretendido.

Objetivo esse pode passar pela simples integração (pessoal, social, empresarial) até ao bom desempenho, ao reconhecimento, á estabilização profissional ou até á tantas vezes mencionada promoção e com ela o esperado reconhecimento de capital ou até simplesmente o objetivo de estar presente, sentir que é parte integrante e de interesse para os seus pares….

Tudo isto servirá de “trigger” para o começo da sua caminhada, mas nada se conseguirá sem as bases essenciais. Valores de carater, valores humanos que cada um terá em si, fruto de uma educação familiar, escolar e porque não social. Magnifica é a sensação de objetivo atingido, dever cumprido mas mais importante é dormir descansado e de cabeça tranquila que, pelos requisitos base de educação e caracter, ocorre quando nada de errado se fez para atingir tais objetivos. Exemplos não faltariam para dar neste momento, mas não é o focos nem a linha de pensamento.

Este caminho pode demorar a percorrer, pode até demorar a descobrir o trilho certo, mas uma vez começado, não há que parar. Objetivo em mira, esforço e dedicação, humildade e caracter serão fatores dominantes para o acompanhamento na jornada, que quer levar ate ao fim. Perguntam ou comentam “e forças, onde estão as forças?”, pois essa estão na essência do ser humano no seu carater, na sua educação.

Ser um bom Homem, Integro, respeitar para ser respeitado, ouvir para ser ouvido, dedicar.se para obter dedicação alheia……levá-lo-á ao trilho certo e a aproximar-se do seu objetivo. Com mente liberta de preocupações ou fugas á realidade, sem entropias, sem intrujice, sem faltas de respeito, enfim uma mente sã leva o corpo a energizar-se e a cumprir ele próprio a promessa de atingir a sua pretendida meta.

Independentemente da sua situação profissional, da sua posição hierárquica, económica ou financeira, ou extrato social, faça a sua gestão da envolvente, seja leader de si próprio, lidere dando o exemplo, não permita que existam ruídos na sua cabeça, faça por isso e a cada dia estará mais próximo do objetivo traçado.

Não importa quão lentamente você vai desde que não pare.”
# Confúcio #

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Problemas ou desafios? !

Nos dias de hoje, a maioria das conversa que se ouvem, no nosso dia a dia, são sobre temas tão vastos e cinzentos como a crise, deficit, risco, crédito mal parado, pobreza, depressão, dividas, desemprego, descriminação social, relembrando apenas alguns exemplos.

Melhor ou pior, diz-se que:  “Temos de viver com isso” ; “É o que temos!” …são termos que se ouvem em paralelo com os temas referidos. Mas em boa verdade só “vivemos com isso” se assim quisermos. Isto é, significa portanto, que podemos olhar para o lado positivo das coisas, qualquer que seja o tópico, pelo menos, deveríamos tentar faze-lo.

Se assim procedermos, verificaremos que a vida fluirá de outra forma. Não deveremos mergulhar em piscina alheia só porque a agua parece límpida e está na moda. Não deveremos sofrer por antecipação, desmotivar a cada conversa demagoga, a cada momento de desanimo por qualquer que seja o motivo.

Na Gestão existe uma máxima que se aplica também á vida: “Keep it simple!” Ou sejam não deveremos complicar o que pode, e deve, ser encarado de maneira simples.

Há que mudar a perspetiva das coisa e olhar sempre para o lado menos negativo possível e usar talvez um lema tipo “Sem Stress”, por acaso o meu lema diário, ou outro do tipo “Relax”.

Olharemos para algumas situações de uma outra perspetiva. 

Problemas? Não, obrigado ….. Desafios!
Dificuldades? Não, obrigado ….. Obstáculos!
Dúvidas? Não, obrigado ………. Questões!
Obrigações? Não, obrigado ……. Tarefas!

e assim sucessivamente.

Gerir as suas próprias espectativas de uma forma equilibrada, usar o seu tempo o melhor possível e não deixar entupir o cérebro de informação ruidosa serão fatores essenciais ao seu bem estar de um modo geral. Não ser derrotista, pessimista mas sim realista, consciente e se possível encarar a vida olhando para a parte positiva da situação, seja ela qual for.

Faça uma gestão equilibrada do seu tempo, agendando algum para si próprio e verificará que ao dar valor às coisas, pessoas ou situações que verdadeiramente aprecia, rapidamente esquecerá todos os chavões de negativismo que assolam o nosso universo atualmente que no âmbito financeiro, económico, politico ou social.

Simplesmente disfrute a vida, seja feliz.
 
Com o que quer que ocupe os seu tempos livre, tire partido, junto de familiares, amigos, colegas de trabalho, simplesmente divirta-se. A vida não é sempre cinzenta, talvez mais no Inverno em altura de nevoeiro, a vida pode ser animada, divertida, pois para tal ainda não se pagam impostos.

“Tal como pipocas e cola, amendoins e cerveja, chá e biscoitos … para algumas pessoas …” citando ISSTheBlogger, (2012), também é importante e levar em consideração os gostos e apreciações de outros. Escolha a sua combinação e aproveite cada momento.

Simplesmente disfrutar da vida o melhor possível!

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“Pare, ESCUTE e ….Decida”

images[2]“O momento de decisão está para chegar. É agora ou nunca. Há que tomar o pulso à situação e avançar, há que decidir”  – são reconhecíveis estes tipos de situações no dia a dia, na vida quotidiana, na vida profissional ou empresarial.

Pois é, mas e saber qual é o momento certo para tomar essa decisão? Não há ciência que diga que o momento é “este ou aquele”….é quando tem que ser, quando for o momento saberemos. Como?

Haverá sempre em qualquer situação um indicador, uma variável (nem que seja o tempo) que nos fará, ou forçará a, tomar a decisão e dar o “tal passo” necessário.

Muitas vezes questionamos porque tardámos tanto a decidir, a ponderar mais e mais uma vez….é normal quando não se está confiante, ou quando não se quer sair da zona de conforto…genericamente e referindo-me ao dia a dia.

Ao nível profissional, empresarial, teremos de ter sempre em consideração os níveis de autonomia que temos, que nos foi confiada, e ….. até esse ponto considerar a cada dia ter confiança e tomar as decisões inerente à sua responsabilidade. Tudo o que seja para lá do referido, mantem-se a necessidade de ter confiança, mas desta vez para escalar ao poder se decisão hierarquicamente superior. Desta forma, ser-lhe-á reconhecido valor e capacidade de analise de cada situação evitando a cada momento escalar situações que poderiam ser resolvidas no âmbito do seu ciclo de responsabilidades.

Boas ou más decisões, caberá a quem de direito, caso a caso, julgar e explicar. Mas eventualmente haverá como tornar o seu núcleo de responsabilidade, área de decisão mais tendencialmente para decisões positivas. Aproveitando um compasso de espera.

Em vez de especular sobre os acontecimentos futuros, ou “sofrer por antecipação” sobre os resultados da sua decisão, pare, pense e use o tempo que tem.. mas use-o corretamente.

Diria que: Absorção e compilação de informação, interpretação e analise, conjugação de fatores envolventes, previsão e planeamento, execução ou decisão, muitas vezes são efetuadas num espaço temporal muito curto, mas tendo em conta e tendo respostas rápidas para todos os itens mencionados, a sua decisão terá tendência a obter um resultado positivo. Seja lá o que for considerado positivo, mas pressupondo que em consideração estão dois polos. negativo e positivo, considero o positivo como mais valia para a implementação ou interpretação final do resultado da decisão.

Em resumo, numa ótica de gestão pessoal e até de carreira profissional há certas e determinadas atitudes que não deveremos ter. Como sendo (nomeando apenas alguns exemplos) sair da zona onde temos responsabilidade (ultrapassar os limites das autorizações concedidas) e decidir sem refletir. Considere exercitar a mente e o poder de decisão passando cada dia mais rapidamente pelos tópicos acima expressos. com certeza ´que descobrirá o mundo da desvalorização. SIM, quando se perde muito tempo para decidir, muitas vezes estamos presos a uma razão: estamos a dar valor a mais a certo assunto que nos consumirá energia e tempo…..

Evitaremos o efeito “bola de neve” se antes de decidir o que quer que seja na vida, tomaremos em consideração os aspetos descritos e se “passarmos” por todos eles cada dia mais celeremente, estaremos a fazer uma seleção  natural do que são as preocupações, necessidades, provisões, considerações e afins, afunilando o desafio, focando-nos no resultado final como a solução fruto da nossa decisão.

Diria: O que custa não é decidir, é saber decidir!

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“Palavras”

Por favor permitam-me:

Palavras são simples conjunto de letras que dão sentido ao pensamento. Será?

Ora, se pensamos quer consciente quer inconscientemente,  e queremos transmitir o que pensamos, articulamos palavras, previamente aprendidas para gerar o ato de comunicar.

Se bem me lembro, aprendemos palavras desde muito cedo, podemos até ainda nem saber bem o significado e até nem saberemos por certo lê-las ou escreve-las, mas o que é certo é que aprendemos uma serie de palavras quase desde de que nascemos. A certa altura torna-se uma captura diária…palavras atras de palavras e vamos aprendemos.

Duas ou três porém me recordo desde há muito, infelizmente por vezes deixo de as ouvir o que realmente é pena. Refiro-me às palavras “Por favor” e “Obrigado”, “Agradecido” ou até, porque não o tradicional e poderoso “Bem Haja”.

Pois bem, embora dependendo da cultura de cada país, bem sei, mas com mais ou menos vigor esta palavras farão parte de qualquer conceito linguístico, de valores de caracter, valores de família enfim valores humanos, como educação e respeito, só para nomear alguns deles.

Encaro com normalidade, felizmente pelos alicerces que me “construíram” e foram trabalhados pelos conceitos de valores  anteriormente descritos, que estas palavras sejam usadas a cada instante e não como uma “chatice”, um conceito “retrograda” ou outro termo que se queira aplicar.

Se na vida pessoal deverá funcionar bem, imagine-se numa ótica de gestão pessoal, comportamental ou até organizacional.

Revejo o “por favor” no ato de pedir algo, de consultar alguém, de querer ouvir a opinião alheia, obter feedback, Nada melhor que este tipo de situação ser usado no dia a dia profissional. Na gestão, e mais propriamente em tópicos de Liderança, ouvir é primordial. Saber o que os outros pensam, analisar e refletir para se poder tentar chegar a conclusões e decisões se for caso…isto porque em boa verdade não somos nem seremos nunca donos dessa mesma verdade.

Assim, humildade será a palavra a usar na reflexão do “por favor”….não custa (assunto muito em voga em tempos de crise) , fica bem (não que seja moda) e é uma variável que quando bem colocada na equação (no momento certo) dá bons resultados.

Excelente pensar no ato de comunicar. Revejo o “Obrigado”, o agradecimento como o fechar do tópico por aquele preciso instante. o Ato humilde de aceitar a opinião, o comentário, o que seja que tenha sido facultado por terceiros. Agradecemos, fechamos o assunto por ali e mais uma vez os aspetos considerados voltam a ser os mesmos. Pode ser a chave para a solução de muitos desafios.

Em resumo, estar preparado para ouvir o que se tem de ouvir e não o que se quer ouvir, haver humildade para pedir, saber ouvir, e… agradecer o que se ouviu ou se recebeu. Não é importante se é o que queríamos ouvir, importante é que tenha sido o que deveríamos ter ouvido.

A sinceridade de quem dá feedback também estará relacionada com a forma como o mesmo foi pedido.  Se este tópico é  muito importante na vida, também o será por certo no âmbito profissional, académico, social, “wherever”….

A todos Obrigado!

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” O Ciclo”

A vida é feita de ciclos.

Desde o nascimento até á morte, por muitos ciclos passamos. Ciclos escolares, académicos, laborais, profissionais, para nomear só alguns,  e como é obvio ciclos pessoais também.

th[1]Tendo em conta que os ciclos de vida nem sempre são positivos ou negativos, podem ser também neutrais (só mais um ciclo) ou podem ser de excelência, de deslumbre, não caracterizo especificamente os ciclos mencionados. A questão que se levanta é: De que forma conseguimos gerir um conjunto de ciclos a serem cruzados ao mesmo tempo oriundos de vertentes (origens) diferenciadas?

Diria que a gestão deste momento passará principalmente e em primeira instância pela capacidade de diferenciação dos ciclos, pela capacidade de analise da profundidade de afetação que cada situação tem para com cada um dos ciclos e, importante também conseguir medir as espectativas do que estará para além do ciclo. Quando os cruzamos o com o que nos depararemos?

Usando uma máxima de Stephen Covey “First things first”, há que caracterizar os ciclos, dar-lhes prioridades, relevância e importância e após analise, definir como lidar com a situação de forma a que não sejam goradas as espectativas que, consciente ou inconscientemente criámos entretanto.

Por norma, funcionará de tal maneira que passaremos pelos diferentes ciclos dando só a devida importância ao que realmente é importante e desvalorizando qualquer situação menos agradável com a qual não contámos.

O ciclo, qualquer ciclo de vida, terá de ser vivido com a espectativa balanceada, pois o amanha não existe hoje, não sabemos o que se passará para lá do ciclo que, realmente, hoje estamos a passar, ou seja a vivenciar.

Se não nos deixar-mos encandear pela luz da espectativa, ela pode iluminar-nos o caminho.

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“A Caminho”

296ba6c[1]O caminho que percorremos é muitas vezes sinuoso, mal traçado, mal definido…enfim, cabe-nos a nós delineá-lo corretamente e isso faz-se dia a dia, passo a passo.

Tal como este blog…está a dar os primeiros passos que se esperam rumo ao Sucesso. Um Sucesso definido pela partilha de informação e conhecimento, de uma área tão grandiosa e abrangente como a Gestão.

Gestão trazer-nos-á uma infinidade de tópicos e comentários para disfrutar e enriquecer o conhecimento, partilhando-o de seguida e absorvendo algo mais por troca. É assim na vida, será assim neste mundo virtual. O conhecimento é a moeda de troca de cada leitura e pensamento partilhado.

Como referi, estes são os primeiros passos de um Blog que se julga…..promissor. Até breve.

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